MORAVA EM COPACABANA

Embora não acorde ao som das buzinas e freiadas bruscas da esquina da Santa Clara com a Barata Ribeiro, não tenha mais os kibes e as esfihas do Balbec, a banca da esquina que guardava minhas revistas até meu pagamento, os sucos do paraíba, o acervo da Moderne Sound, o cheio de maresia, cocô de cachorro, maconha da Anita Garibaldi e do perfume forte das putas do antigo prédio onde morava, as histórias não acabaram por aí. Ainda há muito para se contar, lembrar e até esquecer.

Uma ótima semana para você e para todo mundo que for da sua família.

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