WHAT A HAPPY FAMILY

Família a gente não escolhe, um dia vai e você já está dentro de um grupo de pessoas estranhas que tem até um parentesco direto contigo ou coisa parecida. Dizem que já te conhecem desde pequeno quando nem mesmo a gente se lembra disso.

Mas este conceito ocidental tem outro sentido. Família é um lugar onde se sente a vontade, pode ser você mesmo e não tem que se preocupar se está agradando ou ofendendo. Tudo é perdoável, passível até de retaliação, mas não a ponto de perder aquele carinho que só alguém tão próximo pode lhe proporcionar (principalmente se for uma prima).

Lá na minha terra natal, na Cidade do Aço, vulgo Volta Redonda, estão meus pais, tios, tias, primos, avô, avó, bisavó e outra cabeçada de gente com alguma identidade sanguínea em comum. Aqui, na cidade maravilhosa fiz outra família. Meu batismo foi em cerveja, na batida forte de uma bateria nervosa, um baixo sinistro, a guitarra precisa e um vocal mais forte que uma pancada na cabeça do Zeca Urubu – dono do Heavy Dutch, membro dos Balaios.

Sim, de fato o Matanza me deu mais uma família para dividir minhas alegrias e tristezas. O video abaixo resume um pouco disso. Gente que nunca vi na minha vida, mas foi com a cara de cada um gratuitamente, como se já estivesse ali e nem tínhamos nos dado conta. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e até Portugal, ô pá!

Eu não sei de quem é a culpa, mas só pode ser do Matanza.

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