THE DOORS, LOVE ME TWO TIMES and MORE


Diante da apatia musical que abate este ser, uma gravação rara de uma das melhores bandas que já existiu, e de um verdadeiro poeta, que como todo trágico nos deixou muito cedo mas não sobreviveria num mundo tão odioso quanto estamos vivendo.


Embora tenha caído no gosto popular da molecada que percorreu os anos 80/90, the Door é ainda uma referência musical que preserva seu valor. Tinha um vocalista que sensualizava de verdade com as palavras, não escondia seus vícios, mas não era patético quanto outros que percorreram o caminho do estrelato até sua morte. Não há um parâmetro de comparação do talento de Jim Morrison com outro personagem da música. O filme que Val Kilmer o protagonizou talvez mostre uma visão muito pessimista da sua pessoa, a verdade é que a trajetória da banda foi muito mais além. Drogas pesadas e viagens extremamente lisérgicas tornam aquela película um romance barato.

Para você que só conhece uma ou duas músicas dos Doors, aqui vão não apenas uma, mas pelo menos cinco que acho pertinentes nesta explanação – sugestão de mixtape, inspirado no trabalho que outro seleto grupo ao qual faço parte estamos produzindo.





Me recuso a publicar “Light my Fire” e “Break on Through” porque estas são as tais duas músicas que você já deve estar cansado de ouvir e conhece. E não venha me falar de “The End” porque esta você viu quando
assistiu Apocalipse Now.

2 pensamentos sobre “THE DOORS, LOVE ME TWO TIMES and MORE

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