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CHEGANDO PRO TERCEIRO TEMPO

A cerca de dois anos atrás me desliguei do time onde jogava, muito mais por motivos profissionais do que qualquer outra coisa. Juntando uma pequena operação que precisei me submeter na garganta, falta de tempo e o peso que começou a atrapalhar qualquer prática esportiva o quadro se agravou mais ainda. Nem precisa dizer o quanto senti falta dos campos, amigos e claro, da confraria que o rugby faz com qualquer jogador, seja ele um exímio atleta, seja um admirador da bola ovalada.


Nunca fui um jogador exemplar, isso não é novidade pra ninguém. Embora tenha começado muito tarde a jogar, nunca havia tido essa coisa de praticar qualquer tipo de esporte coletivo, me dediquei ao time onde ingressei na modalidade, principalmente porque a ideia inicial não era só criar mais um time na região, mas trazer mais jogadores para os campos, fomentar novos núcleos de rugby e aumentar a visibilidade do esporte como um todo.

Ao longo dos anos o rugby cresceu muito no Rio de Janeiro. A hegemonia de Niterói Rugby, Rio Rugby, UFF e Cabo Frio, dentre outros mais irregulares, encontrou o Guanabara Rugby, Friburgo Rugby, Vila Real, Maxambomba, Patriotas (atual Volta Redonda Rugby), Resende, Itaguaí e muitos outros times. Este crescimento culminou recentemente num campeonato fluminense onde tínhamos definidos duas séries na competição, além é claro de outros torneios regionais e uma maior visibilidade do Estado do Rio de Janeiro como promissora potência do esporte.

Por outro lado, como já havia pontuado, não sou atleta, já passei dos trinta e a munição é rara, porém nobre. Mas uma coisa eu aprendi, e acredito que já era bom nisso antes mesmo de me tornar um jogador de rugby. Comemorar. O video abaixo ilustra um pouco disso.

Mas pra comemorar a gente tem que se tornar parte disso integralmente. Por estas e outras razões nos últimos meses tomei como meta não só emagrecer, melhorar a qualidade de vida e me empenhar em trabalhar um pouco mais na divulgação do esporte. Quero jogar de novo, nem que seja treinando com o time, ficando ali no banco, não tem problema. Estar dentro de um grupo sério, comprometido com seus princípios básicos que regem o esporte, buscando sempre o melhor dentro e fora de campo.

Agora se nada disso der certo, contem comigo pro TERCEIRO TEMPO.

3 pensamentos sobre “CHEGANDO PRO TERCEIRO TEMPO

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