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BEBA LEITE RAPAZ, BASTANTE PARA FICAR FORTE E DEPOIS VOCÊ CUIDA DA SUA VIDA COMBINADO?

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Leite é uma secreção nutritiva de cor esbranquiçada e opaca produzida pelas glândulas mamárias das fêmeas dos mamíferos (incluindo os monotremados).

O líquido é produzido pelas células secretoras das glândulas mamárias ou mamas (chamadas “seios”, “peitos” ou “tetas”). A secreção láctea de uma fêmea dias antes e depois do parto se chama colostro. Em grande parte das espécies, existem duas glândulas (ou dois conjuntos de glândulas), uma em cada mamilo (localizado na parte frontal superior entre os seres humanos, ou na parte ventral dos quadrúpedes).
Também se denomina leite o suco de certas plantas ou frutos: leite de coco, leite de soja, de arroz ou de amêndoa.

Contudo, para a definição científica, o termo não se aplica aos sucos de nozes.

A principal função do leite é nutrir (alimentar) os filhotes até que sejam capazes de digerir outros alimentos. O leite materno cumpre as funções de proteger o trato gastrointestinal das crias contra antígenos, toxinas e inflamações e contribui para a saúde metabólica, regulando os processos de obtenção de energia (em especial, o metabolismo da glicose e da insulina).

É o único fluido que as crias dos mamíferos (ou bebê de peito) ingerem até o desmame, apesar de que hoje em dia algumas crianças passam a ser alimentadas por outros fluidos por se constatar alergia ao leite. O leite de animais domesticados forma parte da alimentação humana adulta em alguns países: de vaca, principalmente, mas também de ovelha, cabra, égua, camela, etc.

O leite é a base de numerosos laticínios, como a manteiga, o queijo, o iogurte, entre outros. É muito freqüente o uso de derivados do leite nas indústrias alimentícias, químicas e farmacêuticas, em produtos como o leite condensado, leite em pó, soro de leite, caseína ou lactose.

O leite dos mamíferos marinhos, como, por exemplo, das baleias, é muito mais rico em gorduras e nutrientes que o dos mamíferos terrestres.

O consumo humano do leite de origem animal começou a crescer rapidamente após o surgimento a agricultura e com este a domesticação do gado durante o chamado “ótimo climático”. Este processo se deu em especial no Oriente Médio, impulsionando a Revolução Neolítica. O primeiro animal domesticado foi a vaca, e em seguida a cabra, aproximadamente na mesma época; finalmente a ovelha, entre 9000 e 8000 a.C..

Existem hipóteses, como a hipótese do genótipo poupador, que supõe uma mudança fundamental nos hábitos alimentares das populações de caçadores-coletores, que passaram a ingeri-lo esporadicamente, a fim de receber carboidratos. Esta mudança fez com que as populações euro-asiáticas se tornassem mais resistentes à diabetes tipo 2 e mais tolerantes à lactose, em comparação com outras populações humanas, que só mais recentemente conheceram os produtos derivados da pecuária. Contudo, esta hipótese não pode ser confirmada, inclusive por seu próprio autor. James V. Neel a refutou, alegando que as diferenças observadas nas populações poderiam ser atribuídas a outros fatores ambientais.

Durante a Antiguidade e a Idade Média, o leite era muito difícil de se conservar e portanto era consumido fresco ou em forma de queijo. Com o tempo, foram sendo desenvolvidos outros laticínios, como a manteiga.

A Revolução Industrial na Europa, por volta de 1830, trouxe a possibilidade de transportar o leite fresco de zonas rurais às grandes cidades, graças a melhorias no sistema de transportes. Com o tempo, apareceram novos instrumentos na indústria de processamento do leite. Um dos mais conhecidos é o da pasteurização, criada em 1864 por Louis Pasteur e depois sugerida para ser usada no leite em 1886 pelo químico microbiologista alemão Franz von Soxhlet.

Estas inovações conseguiram que o leite ganhasse um aspecto mais saudável, tempos de conservação mais previsíveis e processamento mais higiênico.

A produção de leite para nutrir as crias pode ser um salto evolutivo associado ao hormônio prolactina. Acredita-se que os mamíferos procedam de um grupo próximo aos tritelodôntidos, de fins do período triássico. Há indícios de que eles já davam sinais de lactância.

Sabe-se que algumas espécies de peixes do gênero Uaru (Família Cichlidae) nutrem suas crias com um fluido semelhante ao leite.

O Crop milk está presente em diversos grupos de aves, como as pombas, os flamingos e os pingüins. Do ponto de vista biológico, trata-se de um verdadeiro leite, secretado por glândulas especializadas.

Entre as muitas teorias existentes, foi proposto que a produção de leite surgiu porque os antepassados mammaliaformes tinham ovos com casca mole, como os atuais monotremados, o que provocava sua rápida desidratação. O leite seria então uma modificação da secreção das glândulas sudoríparas, destinada a transferir água aos ovos. Outros autores, numa teoria que pode ser complementar à anterior, opinam que as glândulas mamárias procedem do sistema imune inato e que a lactação seria, em parte, uma resposta inflamatória ao dano nos tecidos e à infecção.

Ainda que existam dificuldades, vários enfoques aproximam a data de aparição do leite na história evolutiva:

A necessidade evolutiva de alimentar as crias é satisfeita com a produção de leite própria dos mamíferos.

Em primeiro lugar, a caseína tem uma função, comportamento e inclusive motivos estruturais similares à vitelogenina. A caseína apareceu entre 200 e 310 milhões de anos atrás. Observa-se que, ainda que em monotremas ainda exista a vitelogenina, ela foi substituída progressivamente pela caseína, permitindo um menor tamanho dos ovos e finalmente sua retenção intra-uterina.

Por outra lado, observam-se modificações anatômicas nos cinodontos avançados que só se explicam pela aparição da lactância, como o pequeno tamanho corporal, ossos epipúbicos e baixo nível de reposição dental.

O fóssil mais antigo dos mamíferos placentários descoberto até o momento é o do Eomaia scansoria, um pequeno animal que exteriormente se assemelhava aos roedores atuais e viveu há 125 milhões de anos durante o período Cretáceo. É quase certo que este animal produzia leite como os mamíferos placentários atuais.

Saiba mais sobre o leite pesquisando algum artigo na vasta rede de informação que existe na Internet, copie e cole o texto que achar mais interessante ou pesquise e formule sua própria conclusão sobre algo que você conhece. Qualquer pessoa com capacidade de acessar um computador é capaz de raciocinar um pouco e perder horas valiosas do seu dia fazendo algo útil e produzindo alguma coisa de valor ou compartilhando toda sorte de besteira, tomando conta da vida dos outros, cobrando e revolucionando a forma de pensar das pessoas com frases de efeito e imagens que copiou de algum lugar bem como deixar de se preocupar com seus próprios problemas, se alimentando de jogos inúteis e coisas que não vão acrescentar absolutamente nada no seu dia a dia.

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Quem leu até o fim deste texto provavelmente irá se dar conta de que às vezes, somente às vezes, vale um pouco deixar de lado estas distrações para curtir um pouco a vida, o que não quer dizer vai esquecer das suas obrigações nem que é um leviano, mas às vezes a festa que aparenta ser a vida é um pouco mais séria, que o trabalho, amigos, família são coisas mais importantes que sonhos, riso fácil e desabafos como este que só fizeram eu perder o meu tempo copiando e colando qualquer besteira só para provar uma coisa:

Leite é bom. Beba leite. Eu gosto de gelado, sem açúcar e sem misturar no café. Eu decido o que fazer, quando fazer, como fazer e se quero fazer. A pessoa que mais cobra alguma coisa de alguém sou eu mesmo. Se não fiz algo não foi porque deixei de lado. Foi porque eu quis ou não tive tempo de fazê-lo.

Até breve.

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